
UFPB-Universidade Federal da Paraíba
Departamento de Ciências Exatas
Prof. Joseval Miranda Reis
José Eric Francisco da Costa
Matricula: 81311429
Avaliação da Aprendizagem
Avaliação da aprendizagem escolar: um ato amoroso
Relatório de aula
A pratica de utilizar-se de provas e exames para verificação da aprendizagem iniciou-se com os jesuítas no século XVI, e logo a pois no século XVII, os Comenianos e os Lassalistas também começaram a utilizar-se dessa pratica, que só fez crescer, e desde então tornando-se hoje como uma das mais aceitas em todo mundo, apesar de não corresponder desde o princípio a sua verdadeira finalidade, que seria avaliação o educando, mas invés disso ela classifica, exclui, verifica, e serve como instrumento de medo para gama de “educadores”.
O termo avaliação não surgiu junto com as provas e exames, ele só surgir lá na frente com o photographic archive da universidade de chicago, Ralph Tyler, e enfrentou muita resistência por parte dos professores, por acharem que suas práticas estavam funcionando e não queria mudanças que deixaria ainda mais complexo o seu papel como educador, pois o ato de avaliar traz características próprias, como: um diagnóstico, onde permitirá ao educador saber onde interferir; acolhe e integra, em vez de excluir e classificar, o que torna o processo mais eficiente, mas também complexo. O processo de aprendizagem apesar de tornar-se mais complexo em alguns aspectos, quando utilizar-se avaliação da aprendizagem, mas possibilita ao educando um processo de aprendizagem como um poder muito maior de assimilação e preparação critico-social, onde incentiva o educando a continuar na educação formal continuada, em vez de sofre com a exclusão e classificação constante, que o separa cada vez mais do caminho da educação formal, até desistência escolar.
Quando utilizar-se da avaliação, há um grande enriquecimento no processo de aprendizagem, mas para que seja bem aplicado deve-se tomar alguns cuidados e verificar se os seus resultados estão condizentes com o processo, pois é necessários que ela propicie a autocompreensão do educando e do educador; motive o crescimento; aprofunda a aprendizagem, auxilie a aprendizagem, incentive a manifestação da intimidade do educando e a exclusão e classificação não faz parte do processo; e os instrumentos de avaliação e também de coletas de dados devem ser feitos de modo que apresente: compatibilidade de habilidade entre instrumentos e as trabalhadas em sala; atingir uma grande parte do conteúdo trabalhado, compatibilizar os níveis de dificuldades, usar uma linguagem clara e compreensível, e deve auxiliar a aprendizagem do educando, além disso a correção é outro momento importante, pois deve-se levar em consideração a todo processo envolvido, e leva em contas que os resultados devem servi de ponto de partida para interferência no processo e de autocorreção do aluno o que torna muito importante para o desfecho do processo de ensino-aprendizado.
REFERÊNCIAS
LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: um ato amoroso. In: LUCKESI, Cipriano Carlos. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 22. Ed. São Paulo: Cortez, 2011, p. 201-203.










Um comentário:
O seminário relata como originou-se aas provas e testes como meios de verificação de conhecimento, cria um contraponto entre avaliar e verificar, mostrando suas características e dificuldades no processo de transição da verificação para avaliação.
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